Confira abaixo a programação do evento.
19 de novembro | quarta-feira
Pré-Congresso + Abertura
PRÉ-CONGRESSO
08h00 às 12h00 – Workshops com as Universidades (UESB, UFSCar e UFJ) – INSCRIÇÕES ENCERRADAS
10h00 às 16h30 – III Encontro de Autodefensoria
14h às 18h30 – Roda de discussão: Educação Inclusiva – impasses e avanços com Maria Teresa Egler Mantoan e José Eduardo Lanutti
14h às 18h – Workshops – Rede Buriti – INSCRIÇÕES ENCERRADAS
18h30 às 20h30 | AUDITÓRIO
ABERTURA OFICIAL DO CONGRESSO “EU TENHO SÍNDROME DE DOWN, E DAÍ?
20 de novembro | quinta-feira
08h30 às 12h30 | AUDITÓRIO
Conferência Magna - A pessoa com síndrome de Down no mundo contemporâneo: inclusão e bem viver
| Conferência de abertura para todos os participantes do Congresso que deve abordar importantes temas na área de conhecimento dos palestrantes quanto às perspectivas futuras da pessoa com síndrome de Down, considerando a evolução que a inclusão social tem possibilitado a todos e todas. O que o futuro altamente tecnológico, com as profundas mudanças globais, que vem afetando a vida de todos e todas pode trazer para a pessoa com síndrome de Down considerando as suas conquistas, como a não discriminação, a autonomia, a independência, o combate ao preconceito. Quais os benefícios e as preocupações que o mundo contemporâneo impõe à sociedade, às famílias, aos profissionais em relação à pessoa com síndrome de Down, exigindo estudos e debates aprofundados para que se possa descortinar as suas oportunidades, dificuldades quanto à melhora da sua qualidade de vidas. |
Palestrantes:
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Carlo Lepri
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Eduardo Maria Moreno Vivot
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Eugênia Gonzaga
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Gabriel Deliberali Lazzari
- Irma Iglesias
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Orestes Forlenza
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Priscilla Mesquita de Almeida
Mediação: Lenir Santos e Antônio Carlos Sestaro
12h30 às 14h00 | ALMOÇO
14h00 às 15h50
SALA LEONARDO F. OLIVEIRA
Mesa 1 - A inclusão escolar na teoria e na prática
A inclusão escolar é uma conquista ímpar para a pessoa com síndrome de Down. Ainda que sempre tenha sido um direito humano e social, foi preciso os países se unirem neste século XXI e firmar uma Convenção na ONU, para afirmar esse seu direito. Não obstante essas garantias jurídicas, a sua prática ainda tem sido objeto de críticas, demonstrando o quão insuficiente são os avanços da escola, que ainda não encontrou o seu caminho, nem se afirmou concretamente. É preciso continuar a exigir o aperfeiçoamento das escolas, a mudança necessária para que a inclusão escolar seja uma realidade, vindo para o mundo real para tornar possível o direito da pessoa com síndrome de Down. Sair da teoria para a prática escolar inclusiva.
Palestrantes:
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David Rodrigues
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Geórgia Baltieri Bergantin
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Maria Antonia Goulart
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Maria Teresa Egler Mantoan
Coordenação: Maria Marta Avancini
SALA VINÍCIUS G. FÁVERO
Mesa 2 - A importância do trabalho no mundo real
A inclusão social pressupõe a garantia de direitos constitucionais, civis, sociais. O direito ao trabalho que dá sequência à formação escolar e profissional, garante à pessoa com síndrome de Down um papel social, e como consequência, uma vida autônoma, independente, digna, que a fortalece como cidadã e pessoa. Por isso o trabalho deve ser uma realidade concreta, dotada de comprometimento e estímulo ao progresso profissional. Não se pode fazer do trabalho apenas uma ocupação inconsequente que serve tão somente para aumentar as estatísticas de cumprimento de cotas legais. O trabalho precisa ser o que dignifica, garante renda, autonomia, responsabiliza e permite desenvolvimento de potencialidades.
Palestrantes:
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Renato Sophia
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Andréa Cordeiro de Mello
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Guirlanda Maria Maia de Castro Benevides
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Joseph Ruf
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José Saltini
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Renato Sophia
Coordenação: Augustin Matia
15h50 às 16h10 | INTERVALO
16h10 às 18h00
SALA LEONARDO F. OLIVEIRA
Mesa 3 - Novas metodologias para o aprendizado inclusivo
O direito à escola inclusiva não se fez acompanhar das diferentes estratégias educacionais voltadas à aprendizagem, estimulação e desenvolvimento integral de pessoas com síndrome de Down. Estudos sobre plataformas educacionais acessíveis, alfabetização inclusiva e formas de comunicação alternativa são fundamentais para que esse direito se realize de fato. O eixo central desse tema é a inovação educacional e científica como caminho para o aprimoramento das práticas pedagógicas.
Palestrantes:
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Irma Iglésias
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João Vicente Scholz Rodrigues Fiorentini
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Pedro Lucas Costa
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Sonsoles Perpiñan
Coordenação: Edna Maia
SALA VINÍCIUS G. FÁVERO
Mesa 4 - Formação para o mercado de trabalho e metodologias
Sendo o trabalho um direito da pessoa com síndrome de Down, é necessário que a sociedade se organize e apresente novas metodologias e formação profissional. As metodologias que vêm se apresentando são relevantes para que após cumprida a etapa escolar o jovem e o adulto com síndrome de Down possam ter à sua disposição serviços que lhe permitam o aprendizado profissional e que haja metologias e serviços para o seu inserimento laboral.
Palestrantes:
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Estela Brochado
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Giovanna Marcondes Mammana
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Maria Clara Machado Israel
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Paula Cardoso
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Renata Patrícia Brandão de Andrade
Coordenação: Leide Maia
21 de novembro | sexta-feira
08h30 às 10h20
SALA LEONARDO F. OLIVEIRA
Mesa 5 - O capacitismo mora ao lado
Apesar dos direitos das pessoas com síndrome de Down estarem definidos na Constituição, em leis, decretos, o retrocesso está sempre presente. Seja pelas práticas, ainda frequentes, capacitistas que reduzem o direito dessas pessoas à sua autonomia, independência, inclusão social, porque ao lado sempre mora a visão discriminatória da sociedade e, até mesmo, da família por desconhecimento do potencial das pessoas. Por isso é preciso eterna vigilância e permanente combate ao capacitismo e o exercício constante de medidas que empodere as pessoas com síndrome de Down e permita-lhes o desenvolvimento de seu potencial.
Palestrantes:
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Alex Duarte
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Gabriela Luiza Fernandes de Souza
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Laís Silveira Costa
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Maria Marta Avancini
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Mônica Cortez
Coordenação: Lívia Teixeira Borges
SALA VINÍCIUS G. FÁVERO
Mesa 6 - Autonomia e vida independente
Não basta a teoria, é preciso a prática. Ao tratar do tema autonomia e vida independente deve-se trazer aqueles que a exercem continuamente para expor o seu ponto de vista e como isso ocorreu, com o apoio da família e de profissionais. Por isso nesse tema buscou-se pessoas que podem dar o seu depoimento ao lado de profissionais que atuam como apoiadores.
Palestrantes:
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Eduardo Gomor
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Flávia Pope
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Joseph Ruf
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Marcelo Beduschi Nahas e Raquel Gonçalves
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Pedro Baião
Coordenação: Fernando V. Heiderich
10h20 às 10h40 | INTERVALO
10h40 às 12h30
SALA LEONARDO F. OLIVEIRA
Mesa 7- Vida adulta: cuidados médicos preventivos
A pessoa com síndrome de Down precisa de alguns cuidados médicos em acordo a sua idade. O Ministério da Saúde publicou diretrizes importantes para esse acompanhamento médico, assim como o Centro Médico Down da Fundação Síndrome de Down de Barcelona, Espanha. Esses cuidados são de importância fundamental para a prevenção de doenças, algumas muito incidentes nas pessoas com síndrome de Down. A própria prevenção da doença de Alzheimer, cuja incidência na pessoa com síndrome de Down é bastante precoce, assim como outras que afetam a sua cognição. O seu bem viver exige atenção médica preventiva em cada etapa de vida.
Palestrantes:
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Eduardo Maria Moreno Vivot
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Nadja Quadros
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Pedro Petrucio
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Zan Mustacchi
Coordenação: Andréa Nakata
SALA VINÍCIUS G. FÁVERO
Mesa 8 - Capacidade civil e tomada de decisão apoiada
Com a edição da Lei Brasileira de Inclusão e as mudanças no Código Civil foram alteradas normas de grande importância para as pessoas com síndrome de Down como os referentes a capacidade civil, a tomada de decisão apoiada que lhes permitem não se sujeitarem mais à interdição civil, bem como a outras medidas restritivas. São temas relevantes para o exercício de sua cidadania e respeito à sua dignidade. Além do mais tramita no Congresso Nacional dois projetos de lei que visam criar um código e ou consolidar as leis brasileiras sobre a pessoa com deficiência. Esses dois projetos são preocupantes por implicar retrocesso e esvaziamento de conquistas. Diversas entidades, dentre elas, a própria Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD), a OAB, se manifestaram contrárias a essas propostas pelos riscos de retrocesso profundos aos direitos das pessoas com deficiência.
Palestrantes:
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Ana Cláudia Mendes de Figueiredo
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Augustin Matia
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Cahuê Alonso Talarico
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Jéssica Mendes de Figueiredo
Coordenação: Lenir Santos
12h30 às 14h00 | ALMOÇO
14h00 às 15h50
SALA LEONARDO F. OLIVEIRA
Mesa 9 - Rede de Pesquisa
Com o propósito de compartilhar com o público o trabalho de criação da primeira rede nacional de pesquisa sobre a síndrome de Down, seus integrantes convidam todos a conhecer o caminho percorrido até aqui. Eles apresentarão os pilares que sustentam a rede e o modelo de gestão desenvolvido para tornar possível a realização de pesquisas em todas as regiões do Brasil — de forma inclusiva, participativa e em total conformidade com as normas dos Comitês de Ética e Bioética.
O objetivo é construir uma base sólida de dados que ajude a promover avanços nas questões relacionadas à síndrome de Down. Acima de tudo, essa rede nasce ouvindo todas as vozes que fazem parte dessa trajetória: cientistas, representantes da sociedade civil, instituições públicas, ONGs e, principalmente, as próprias pessoas com síndrome de Down.
Palestrantes:
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Claudia Moreira
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Érika Pavarino
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Gabriela Wagner
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Gustavo Schiavo
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Laura Negri
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Luciene Covolan
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Orestes Vicente Forlenza
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Rosane Lowenthal
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Susan Ribeiro
Coordenação: Rita Alves
SALA VINÍCIUS G. FÁVERO
Mesa 10 – A importância da prevenção para o bem viver
Essa mesa tratará da atenção integral à saúde, do papel das artes na saúde mental, a presença da família e o cuidado permanente com pessoas com síndrome de Down. As pesquisas abordam a nutrição e o acompanhamento em atenção primária até os aspectos emocionais, como comunicacionais e as artes que impactam o bem viver das pessoas com síndrome de Down. A ênfase é na abordagem biopsicossocial que conecta saúde, vínculo familiar, atividades artísticas e inclusão desde os primeiros anos de vida.
Palestrantes:
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Anna Paula Baumblatt
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Henrique Rodrigues Bezerra
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Marcelo Altona
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Mônica Cortez
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Vera Pelegrini
Coordenação: Flávia Nogueira
SALA GUIDO CARVALHO
Painel – Síndrome de Down e os benefícios de estar ao ar livre
Palestrantes:
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Alexandre Guimarães Só de Castro
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Ana Cláudia Brandão
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Mariana Alves
15h50 às 16h10 | INTERVALO
16h10 às 18h00
SALA LEONARDO F. OLIVEIRA
Mesa 11 – O papel das entidades de apoio às pessoas com síndrome de Down na sociedade inclusiva
As entidades sem finalidades lucrativas, a maioria criada por familiares de pessoas com síndrome de Down, foram a mola propulsora nas garantias de direitos e na prestação de serviços e na mudança de paradigma na formulação de políticas públicas para essas pessoas. Seu papel de apoio a vida autônoma, independente, inclusiva ainda deve durar muito tempo dado os avanços e recuos na garantia de seus direitos, que ora avança e ora retrocede. Não se pode olvidar a importância dessas entidades para a garantia do ensino inclusivo, que é de fundamental importância para o desenvolvimento intelectual e psicossocial das pessoas com síndrome de Down. Quando não houver mais necessidade de entidades de apoio à pessoa com síndrome de Down, que estarão protegidas pelas políticas públicas, é porque a inclusão social e não discriminação saíram vencedoras.
Palestrantes:
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Álvaro de Souza Borges Neto
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Cléo Bohn de Lima
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José Francisco Kerr Saraiva
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Lenir Santos
Coordenação: Lisley Sophia
SALA VINÍCIUS G. FÁVERO
Mesa 12 – Advocacy e redes sociais
| A importância da pessoa com síndrome de Down responder por si mesma e defender seus direitos requer uma formação de empoderamento pelo conhecimento. Essa formação significa conhecer seus direitos e deveres; estar presente em todos os espaços sociais; identificar lideranças que possam substituir terceiros no papel de sua defesa. Isso reque maturidade da sociedade para entender as suas potencialidades e respeitar a sua presença autônoma, reconhecendo o seu protagonismo. Mas para que a sociedade aceite esse protagonismo é preciso a sua presença marcante em todos os espaços sociais, com conhecimento de seus direitos para que, ela mesma, possa exercer a sua própria defesa. |
Palestrantes:
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Edna Maia
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Fernanda Honorato
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Leide Maia
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Luciana Viegas
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Tayanne Galeno
Coordenação: João Victor Salge
SALA GUIDO CARVALHO
Debate – “Coorte T21” – Convergências de pesquisas e seus desafios
Palestrantes:
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Ana Cláudia Brandão
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Fábio Bertapelli
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Orestes Fortalenza
Mediação: Rosane Lowenthal
22 de novembro | sábado
08h30 às 10h30
SALA LEONARDO F. OLIVEIRA
Oficina Desafio da Inclusão
Oficina Prática que coloca jovens com T21 no centro da criação de soluções inclusivas.
Necessário inscrição prévia.
SALA VINÍCIUS G. FÁVERO
Roda de conversa “Corpo, Afeto e Sexualidade: Direito e Inclusão”
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Ana Laura Prates
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Isabela Fernandes
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Maria de Fatima Minetto
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Neusa Maria
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Samuel de Carvalho Sestaro
Necessário inscrição prévia.
SALA GUIDO CARVALHO
Roda de conversa “Projeto Irmãos” – Diálogos Familiares
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Débora Goldzveig